O Vivapark é um dos projetos mais comentados do litoral — e um dos meus focos diretos de atuação. Este guia junta o essencial: por que ele atrai tanto investidor, as faixas reais e pra quem faz sentido (e pra quem não).
O que é, em uma frase
Um bairro planejado de ~2 milhões de m² em Porto Belo, com master plan de Jaime Lerner, entre dois mercados aquecidos (Itapema e BC) — que combina torres, casas, parques e mais de 30 operações já funcionando (escola, academia, gastronomia, esporte).
Os números que explicam a atração
- Valorização publicada: +250,9% nos lotes desde out/2020 (dados da incorporadora na imprensa de mercado — Exame, ND+, Visor Notícias); nas incorporações, minha leitura de mercado aponta acumulado 2020→2026 em torno de ~240% (último marco publicado: +119,7% em jul/2024);
- Execução: 4.000+ unidades em obra simultânea e média declarada de R$ 110 mi/mês em vendas;
- Demanda de uso real: 130 mil visitantes/mês no parque — família querendo estar lá, não só planilha;
- Ticket de entrada: no meu portfólio, de ~R$ 800 mil a R$ 1 mi nas opções de entrada até R$ 3+ mi nas maiores — um dos poucos lugares da região onde ainda se entra cedo num projeto com escala.
O momento: 3 lançamentos na quadra nova
Com a fase 2 entregue, a quadra de frente pro novo parque abriu com Vision (N1) — o maior home office do bairro, com 7.000 m² de lazer —, Torre RDO e Torre Conrado. Quem acompanhou o bairro sabe: as tabelas de abertura historicamente capturaram a maior parte da curva.
Pra quem faz sentido (e pra quem não)
Faz sentido: investidor de curva de valorização em bairro em formação; renda de locação em região turística; família que valoriza segurança e infraestrutura de bairro planejado. Não faz: quem precisa de liquidez imediata ou quer exclusivamente o prestígio da primeira quadra de BC — aí o jogo é outro (este aqui).
Leia também: As novidades de julho/2026 do Viva Park (tour completo) · Itapema ou BC: onde investir?