Não é impressão: Balneário Camboriú aparece seguidamente no topo dos rankings nacionais de valor do metro quadrado divulgados pela imprensa (índice FipeZap), disputando posição com bairros nobres de São Paulo e Rio — e frequentemente vencendo. Uma cidade de porte médio no litoral catarinense. Por quê?
Os 5 motores do m² de BC
- 1 · Escassez geográfica real: a orla é curta e espremida entre morro e mar — a primeira quadra acabou. Demanda nacional disputando oferta finita;
- 2 · Verticalização de altíssimo padrão: a cidade concentra os residenciais mais altos do Brasil, com engenharia e amenidades que refizeram o teto de preço — cada ícone novo puxa a régua;
- 3 · Migração de alta renda: o movimento de famílias e patrimônios do agro, de SP e do Sul pro litoral catarinense segue forte — segurança percebida e estilo de vida são o combustível;
- 4 · Comprador internacional: argentinos historicamente, e cada vez mais americanos e europeus — o real "barato" pra quem ganha em dólar amplia o público;
- 5 · A praia ampliada: o alargamento da faixa de areia mudou o produto orla — mais praia, mais valor.
O que isso significa pra quem compra agora
M² caro não significa oportunidade perdida — significa mercado validado. O jogo passa a ser seletividade: as maiores curvas seguem em (1) tabelas de abertura dos lançamentos certos, (2) produtos com atributo escasso (frente-mar, face norte, andares altos, grife) e (3) as fronteiras da própria região — Itapema, Praia Brava e Porto Belo/Vivapark — que surfam a mesma demanda com ticket de entrada menor.
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